Deusa da Sabedoria, da Paz e da Guerra. Filha
de Zeus e de sua primeira mulher, Metis, deusa da Prudência.
Segundo a lenda, quando Metis estava grávida, Zeus a
engoliu, por temer que seu filho viesse a destroná-lo,
mais tarde, atormentado por uma dor de cabeça, pediu
a Héfesto, deus do Fogo e padroeiro dos artesãos,
que lhe abrisse o crânio com seu
machado, de sua cabeça saiu
Athena, já adulta, armada e coberta com o elmo do Saber,
dando tal grito de guerra que os céus tremeram. Seu templo
mais importante, o Pantheon, encontrava-se em Atenas, cidade
que disputou com Posseidon a proteção, para conseguir
a guarda da cidade, Posseidon criou o cavalo e Athena a árvore
da Oliveira, sendo vitoriosa por oferecer aos homens o presente
mais útil. Athena era seguida por uma coruja meio deles
e nos quatro cantos de sua peça havia cenas mostrando
o que aconteceu com os mortais que haviam desafiado os deuses
no passado. Mas Arachne não desistiu, ela teceu cenas
mostrando erros e falhas dos deuses. Seu trabalho era bem feito,
mas enquanto avançava, apareciam cada vez mais insultos
contra os deuses. No final, Athena não aguentou mais,
bateu o tecido com sua laçadeira e pagaria a penalidade
se fosse vencida. Ao ouvir isso, Athena ficou descontente. Tomando
o aspecto de uma anciã, ela visitou Arachne e avisou-a
que era melhor desafiar outras mulheres e pedir perdão
a deusa por sua imprudência. Como Arachne não se
conformou, elas começaram a competição.
Athena teceu a cena de sua competição com Posseidon.
Os doze deuses do Olimpo estavam lá, com Zeus no chamada
Jishis, a representação da vitória. Essa
coruja dava sabedoria a quem tocasse nela. Por isso, era muito
cobiçada pelos outros deuses, especialmente por Hades.
Athena era a deusa do Trabalho, especialmente da arte de tecer.
Uma mortal, chamada Arachne, havia desenvolvido uma grande capacidade
de fiar, tecer e bordar. Qualquer pessoa que via pensava que
a deusa Athena lhe havia ensinado essa arte. Mas Arachne negava
isso, pois se considerava melhor que a própria deusa.
Chegou até a desafiá-la para uma competição,
dizendo que cortou-o em pedaços. Tocou Arachne na testa
fazendo-a entender a extenção da ofença
que havia cometido. Arachne ficou tão envergonhada que
acabou se enforcando. Athena disse-lhe que podia.
Na Ilíada de Homero, desempenhou importante
papel na Guerra de Tróia, ao lado dos troianos, quando Artemis
impediu os gregos de navegar até Tróia durante a guerra
até que eles sacrificassem uma virgem para ela. De acordo com
algumas histórias, justamente antes do sacrifício, ela
salvou a vítima, a jovem Ifigênia. Como Apolo, Artemis
se armava de arco e flechas, com o qual ela freqüentemente punia
mortais que a ofendiam. Em outras lendas, ela era elogiada por dar
às mulheres jovens que morriam nos partos uma morte rápida
e sem dor. Embora tradicionalmente seja amiga e protetora das mulheres,
especialmente das jovens.
Era descrita como uma mulher alta, que se destacava das ninfas
que a acompanhavam, portando arco e flecha.