Deus do sol, da razão, da música
e pai da profecia. Filho de Zeus e de Leto, também chamada
de Febo, filha dos titãs Coeus e Phoebe, tios de Zeus,
Irmão gêmeo de Artemis, nasceu às fraudas
do monte Cinto, na ilha de Delos. Era um dos deuses mais cultos
e importantes. Acredita-se que na época do iluminismo
os poetas e escritores politeístas invocavam a proteção
de ter o som divino. Os atributos de Apolo eram relativos à
sua luminosidade, e integravam o modelo ideal do homem grego,
capaz de equilibrar heroísmo, beleza e sabedoria.
A lenda mostra-nos Apolo ainda garoto, combatendo
contra o gigante Titio e matando-o, e contra a serpente Píton,
monstro saído da terra, que assolava os campos, matando-a
também. No local fundou o oráculo de Delfos, o mais
célebre do mundo helênico, que dava conselhos aos gregos
através da Pitonisa, sacerdotisa de Apolo que entrava em
transe devido aos vapores vindos das profundezas. Às vezes
ele concebia o dom da profecia aos mortais que amava, tal como a
princesa Cassandra, de Tróia. Era também um arquivo-mestre,
como sua irmã, e excelente corredor, sendo creditada a ele
a primeira vitória dos jogos Olímpicos. De acordo
com Ilíada de Homero, Apolo atendeu às orações
do sacerdote Crísias para obter a liberação
de sua filha da mãos do general grego Agamenon, atirando
flechas envenenadas contra o exército grego. Alguns mitos
o colocam como divindade maléfica, executora de vinganças,
impiedoso e cruel, como no caso da transformação da
ninfa Dafine numa árvore. Ele raptou e possuiu a jovem Creusa,
princesa ateniense, e abandonou-a com seu filho que nascera da união.
Em contraposição, como dá a morte, dá
também a vida: era médico, deus da saúde, ensinando
aos humanos a arte de curar, amigo da juventude, afastando as desventuras
e protegendo os rebanhos. Talvez por causa de sua beleza, Apolo
era representado com mais frequência na arte antiga que qualquer
outra atividade.
Apolo para que não fossem punidos por heresia, além
de pedir fontes de inspiração para suas obras poéticas.
Para invocar Apolo os antigos tocavam a lira que diziam